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Papo de
Veterinário |
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Obesidade Em Felinos
Vermifugação
Chocolate É Veneno Para Cães E
Gatos
A Velhice Do Seu Cão
O Ronronar dos Gatos
Cão Que Suplica Comida Enquanto Você Está à
Mesa Com a Família
Avaliação de Risco Cirúrgico
O Banho do Gato
O Tártaro nos Pets
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Obesidade Em Felinos |
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Porque a
obesidade é prejudicial para saúde do gato?
A obesidade afeta a
mobilidade e desencadeia inúmeras alterações orgânicas. Por
conseqüência, deve ser considerada como uma verdadeira doença que
reduz consideravelmente o bem-estar do gato, bem como sua
esperança de vida.
A obesidade reduz a qualidade de
vida do gato?
No gato obeso, a
infiltração de gordura nos órgãos e o excesso de peso apresentam
graves conseqüências, como:
- Artrite, a qual
aumenta ainda mais o ganho de peso porque reduz a mobilidade do
animal;
- Diabetes: 80% a 90%
dos gatos obesos apresentam diabetes, muitas vezes reversível
quando ocorre a perda de peso;
- Infecções urinárias
(cistite, urolitíase) porque os gatos obesos movimentam-se menos e
urinam menos frequentemente. Têm dificuldade em entrar e sair da
caixa de areia;
- Problemas cutâneos,
porque cuidam menos da pelagem;
- Lipidose hepática:
este é o risco mais grave, pois se o gato obeso parar de se
alimentar (como conseqüência de stress, doença ou de um regime não
apropriado), pode ocorrer uma insuficiência hepática fatal;
- Doença cardiovascular
e respiratória;
- Tendência para
constipação/obstipação;
A obesidade afeta
igualmente o bem-estar mental do gato: sente-se em maior stress
porque se o perigo surgir já não se sente capaz de fugir,
refugiar-se em lugares altos ou esconder-se atrás de móveis.
A obesidade reduz a esperança de
vida do gato?
Assim
como ocorre com o ser humano e os cães, o gato obeso apresenta
definitivamente menor esperança de vida. Além disso, um gato
obeso é muito mais difícil de tratar: o excesso de tecido adiposo
torna os exames clínicos e a colheita de amostras mais difícil e
aumenta o risco anestésico.

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Vermifugação |
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Quando
seu filhote chega em casa, é hora de providenciar os primeiros
cuidados veterinários. Um deles é a vermifugação.
Leve
seu animalzinho ao veterinário para que seja feito um exame
parasitológico de fezes e, assim, verificado se ele está
parasitado por vermes e protozoários prejudiciais à saúde.
Por que
não comprar logo um vermífugo na Pet Shop?!
É
importante a realização do exame pois a maior parte dos
vermífugos, atuam somente contra vermes e não contra protozoários
que também fazem mal à saúde do seu animal. Estes também ainda
podem ser transmitidos aos seres humanos.
A
vermifugação é um compromisso que você terá com seu cãozinho
ou gatinho enquanto ele conviver com você. Lembrando que, na fase
adulta é importante que sejam feitas vermifugações a cada quatro
meses e, se nesse intervalo houver alguma alteração com seu
animal, como diarréia, por exemplo, um novo exame parasitológico
de fezes deverá ser feito.
Esse
cuidado é necessário pois eles podem se contaminar ao ir à rua,
parques, jardins e praias. Para isto basta entrar em contato com
fezes de animais contaminados ou com solo contaminado por
parasitas.
Algumas
indicações de que seu animal esteja com verminose ou protozoose:
-
Pelagem fosca, sem
brilho e com falhas;
-
Diarréias com muco e/ou
sangue;
-
Pequenas lesões no
ventre;
-
Emagrecimento e
inapetência;
-
Hábito de comer fezes e
roer paredes;
-
Arrastar parte traseira
do corpo no chão;
-
Secreções oculares;
-
Vômitos, em casos mais
graves;
-
Presença do verme nas
fezes.
O
controle dos parasitas intestinais é muito importante, pois além
de preservar a saúde dos animais, preserva também a saúde da sua
família já que muitos desses parasitas também causam doenças nos
seres humanos.
Após o
resultado do exame, siga corretamente as orientações do médico
veterinário. Assim você garantirá a saúde do seu animalzinho e de
sua família.

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Chocolate É Veneno Para Cães E Gatos |
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Por mais
que você queira agradar seu pet e por mais que ele seja atraído
por um pedaço de chocolate, é bom que saiba que chocolate, tanto
para cães como para gatos, funciona como veneno e, dependendo da
quantidade, do porte e da sensibilidade de cada animal, pode até
matar.
A
principal substância prejudicial contida no chocolate é a
teobromina. Essa substância pode causar vômito, diarréia,
taquicardia e até convulsão. O chocolate amargo tem, em média, de
8 a 10 vezes mais teobromina do que o chocolate ao leite.
A
teobromina é um alcalóide do grupo das metil-xantinas, da qual
também fazem parte a teofilina e a cafeína, que são encontradas no
cacau (Theobroma cacao – daí o nome teobromina).
Na
medicina, a teobromina é usada como vasodilatador (reduzindo a
pressão arterial) e como é um estimulante do músculo cardíaco,
aumenta os batimentos do coração. Mas, se são bem toleradas pelas
pessoas, mesmo pequenas doses são prejudiciais para os animais,
como os cães, que podem até morrer se comerem chocolate.
No caso
dos gatos, além dos problemas causados pela teobromina e pela
cafeína, há o ácido lático que dificulta a absorção do cálcio.
Portanto, por mais que seu animal insista, não permita que ele
coma chocolate, que deve ser guardado fora do alcance dele.

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A
Velhice Do Seu Cão |
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Uma das
idéias que você precisará levar em conta, como proprietário
responsável, ao comprar ou adotar um cão, é que ele irá crescer,
envelhecer e morrer. Com que idade morrerá? Como no nosso caso,
dependerá de diversos fatores, dentre os quais, a herança genética
e a forma como foi criado têm importância especial. Apenas para
dar uma idéia aproximada, pode-se dizer que, em média, um cão
morre entre 12 e 15 anos, mas há caso de cães que vivem mais.
O fato
é que eles começam a envelhecer por volta dos oito ou dez anos de
idade. Mas as estatísticas variam bastante. Para que você
proporcione ao seu amigo a boa vida que ele merece é preciso ficar
de olho para os sinais de velhice, assim que eles começarem a
aparecer.
Não
permitir que se torne obeso é importante para uma velhice
confortável. Excesso de peso força as articulações e a coluna
vertebral. Problemas cardíacos também são comuns. Eles causam
cansaço excessivo, língua arroxeada e tosse seca. A catarata é
outro problema comum, mas que tem solução cirúrgica.
Excesso
de sede, emagrecimento, perda de apetite, anemia e vômito são
sinais de insuficiência renal crônica. As cadelas podem apresentar
tumores de mama. A diabetes é outra doença comum na velhice. A
perda dos dentes também e a causa pode ser a inflamação das
gengivas. Será necessário tratar e passar a dar ração pastosa.
Em
resumo, você não deverá se conformar e deixar seu cão meio
abandonado porque está ficando cada vez mais velho e sim prestar
atenção nesses sinais que ele apresenta gradativamente e consultar
um médico veterinário, uma vez que diversas providências podem ser
tomadas para tornar mais confortável e digno o envelhecimento do
amigo que lhe faz companhia há tanto tempo.

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Diferentemente dos grandes felinos, como o leão, o tigre, a onça
pintada e o leopardo que rugem, os gatos ronronam, ou seja, emitem
um som tipo “rom-rom” (daí o nome ronronar).
Além da
intensidade do som que é muito maior no rugido, este é produzido
com a expulsão do ar dos pulmões, enquanto que o ronronado, ao
contrário, é produzido, pelos gatos, sugando o ar. E o ato de
ronronar não é sinal exclusivamente de prazer, satisfação e bem
estar, mas, também, pode significar a expressão de outros
sentimentos, como a fome.
Ronronar exige muito pouco esforço do gato (ao contrário do
rugido) e isso permite que eles fiquem ronronando durante muito
tempo.
Há
explicações diferentes para o som produzido quando o animal
ronrona. As mais aceitas são: vibração das cordas vocais ou das
falsas cordas vocais e dos vasos sanguíneos de grande calibre, no
peito do animal. Mas há pesquisadores que garantem que o som não é
produzido pelas cordas vocais. O ruído parece com o de um motor
diesel em marcha lenta ( muito menos intenso, evidentemente).
Faz
parte dos prazeres de ter um gato, acaricia-lo e encostar o ouvido
no pescoço ou na barriga do animal para ouvir sua manifestação de
prazer.
Gatos
doentes não costumam ronronar. Eles tendem a se esconder e ficar
quietos num canto ou debaixo da cama.

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Cão Que Suplica Comida Enquanto Você Está
à Mesa Com a Família |
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Não são
raros os cães que insistem em pedir comida e até botar as patas ao
lado do seu prato, em cima da mesa, quando você está almoçando ou
jantando com a família.
Eles
insistem, correm ao redor da mesa, fazem cara de vítima, latem sem
parar, suplicam como se estivessem morrendo de fome, prestes a
morrer de inanição.
Se você
tiver filhos pequenos, então é que o problema será ainda mais
sério, porque eles costumam agir em “defesa” do animal e dão
força, querem satisfazer todas as vontades do seu amigo. Mas é
importante ter sempre em mente que a intimidade excessiva, a
promiscuidade, não é boa para ninguém. É preciso não esquecer
nunca, que existem as zoonoses, ou seja, as doenças de animais
transmissíveis ao homem e vice-versa.
Para o
bem de todos e felicidade geral da nação, é importante sempre
cuidar da higiene e da prevenção e evitar a promiscuidade. E,
comer na mesa, roubar alimentos da família que está almoçando ou
jantando ou, simplesmente, receber comida nessas ocasiões não é
bom. Acostuma mal o bicho que, sempre querendo mais, será
estimulado a abusar e acabará subindo na mesa para roubar comida.
A regra
geral é simples: sempre que seu animal insistir em comer o seu
alimento, ralhe com ele e coloque-o noutro local. O tom da sua voz
e a sua insistência, constante e determinada é o que funciona.
Bater não adianta nada, ao contrário, só faz a teimosia dele
aumentar. Você precisará se inflexível, determinado, mais
insistente do que ele. E quanto mais cedo esse treinamento (essa
educação) começar, melhor e mais rápido será esse resultado. Você
sabe, o cão descende do lobo e é um animal de matilha. ELE PRECISA
SABER QUEM É O LÍDER.

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Avaliação de Risco Cirúrgico |
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Durante muito tempo a possibilidade de
ocorrência de um problema cardíaco durante uma cirurgia era
calculado em função da complexidade do ato cirúrgico e da idade do
animal que seria operado.
As cirurgias mais demoradas e/ou muito
laboriosas - principalmente nos animais idosos – seriam as de mais
alto risco. Porém, não raramente, animais novos submetidos a
procedimentos de baixa complexidade morriam. E a anestesia ou o
coração eram sempre os culpados.
Hoje sabemos que muitos animais padecem de
doenças cardíacas e não apresentam sinais clínicos, estão
compensados.
A avaliação de risco cirúrgico no
pré-operatório veio atender a necessidade de oferecermos mais
segurança para os animais que padecem de doenças cardíacas e,
também, nos que não apresentam de sinais de outras enfermidades.
Entretanto, este procedimento ainda não é rotineiro e muitos dos
animais ainda são operados sob riscos desnecessários.
Durante a avaliação, o animal é submetido a
uma série de exames dom a finalidade de se determinar o estado
funcional dos vários sistemas orgânicos. E, após a interpretação
dos resultados dos exames gerais, o clínico cardiologista irá
verificar de forma mais detalhada o funcionamento do coração e
estabelecer o grau de risco cirúrgico do doente ou recomendar que
o animal receba um tratamento preliminar para que possa ser
operado dentro de parâmetros mais confortáveis e seguros.
Entre as várias tabelas e classificações de
risco cirúrgico existentes, a maioria dos cardiologistas usa como
referência a tabela da Associação Americana de Anestesiologia
(ASA). Os doentes que não apresentam nenhuma, ou apenas leve,
limitação da sua capacidade funcional orgânica e estão com as
atividades físicas normais, são classificados em classe I ou II e
são considerados de baixo risco. Os que apresentam distúrbios mais
graves são considerados de classe III ou IV e só devem ser
operados se o motivo da cirurgia for relevante, pois o prognóstico
não é bom.
Lamentavelmente o exame de risco cirúrgico
ainda é visto como uma despesa desnecessária e o que vemos na
prática são complicações que poderiam, facilmente, ser evitadas
através de uma avaliação de risco criteriosa.
Lembre-se: a função principal do
procedimento é diminuir a morbidade e a mortalidade nos pacientes
que estão na antessala de cirurgia.
Então atenção, caso o seu pet esteja
“saudável” e será submetido a um procedimento anestésico e/ou
cirúrgico, converse com o clínico que lhe dá atenção e solicite
este procedimento.

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O Banho do Gato |
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Todo mundo sempre ouviu dizer que gato
limpa-se sozinho e que tem pavor de água. Isso é parcialmente
correto.
É verdade que o gato, como todos os demais
felinos, onças, tigres, leões, jaguatiricas, vivem se lambendo
para remover toda sujeira, por menor que seja.
Os gatos são, sem dúvida, animais muito
limpos mas sua capacidade de limpeza tem limite e apresenta um
inconveniente. O limite está diretamente relacionado com o
ambiente onde são mantidos. Se seu gato tem acesso ao quintal e se
esse tem lama, por exemplo, ele não conseguirá limpar-se sozinho.
Além disso, principalmente os gatos de pelo comprido engolem
muitos fios quando se lambem e esses pelos costumam formar
verdadeiros novelos no estômago e no intestino que, ás vezes, só
podem ser removidos com cirurgia, embora para evitar que isso
aconteça existem pastas especiais.
Quanto a ter pavor de água, isso também é
relativo. Todo mundo já viu na televisão, onças, tigres ou leões
atravessarem rios a nado perseguindo suas presas.
Diferentemente dos cães, os gatos não têm
cheiro, o que, por esse aspecto, não torna os banhos tão
necessários, mas, algumas situações só podem ser convenientemente
solucionadas com um bom banho. Quando o animal se suja demais, por
acidente ou por condições do terreno ou quando está infestado de
pulgas são bons exemplos.
Mas, muita atenção, se você não tem um
local adequado e muita prática, não tente banhar seu gato sozinho,
o aconselhável é leva-lo a um pet shop com gente experiente em
banhar gatos.
Principalmente nos primeiros banhos, o
profissional precisará agir com muita cautela para não assustar o
animal e traumatiza-lo física e emocionalmente. A água precisará
estar na temperatura correta, não é qualquer xampu que serve, o
inseticida usado para matar pulgas pode intoxicar o animal e a
secagem terá que ser muito bem feita para evitar a proliferação de
bactérias e fungos, o que acontece na presença de umidade.
Será necessário proteger os ouvidos e os
olhos e limpar bem as patas, nos intervalos entre os dedos. Em
resumo, é coisa para profissionais.
Em condições normais, os gatos precisam
tomar banho com muito menos freqüência do que os cães.

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O Tártaro nos Pets |
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O tártaro ou cálculo dentário é o acúmulo de
placa bacteriana e restos alimentares na superfície dos dentes e
tem um aspecto duro, devido a calcificação causada pela saliva
altamente rica em pH. Cerca de 80% dos cães e gatos adultos têm os
dentes atacados por tártaro, que podem variar entre o variado até
o mais grave. Com o tempo, os tártaros causam um processo
inflamatório conhecido como doença periodontal, que provoca forte
halitose, gengivite, retração gengival e que, se não tratados,
provocarão além do amolecimento e perda dentária, sérias
alterações em outros órgãos, principalmente nos rins, coração e
fígado, diminuindo assim a expectativa de vida do seu animal de
estimação.
Para evitar a formação de tártaro é
necessária a escovação diária dos dentes com escovas e cremes
dentais específicos e o fornecimento da ração adequada para cada
fase, porte e espécie animal. Importante lembrar, também, que o
uso de creme dental para humanos em cães e gatos pode causar
problemas estomacais e até intoxicação, pois eles possuem alguns
agentes que irritam a mucosa gástrica do animal.
Rações secas são excelentes no controle do
tártaro. Ossos de couro, biscoitos ou brinquedos especiais como
cordas amarradas em formato de osso são auxiliares importantes na
prevenção, no entanto, não são capazes de evitar seu acúmulo. A
única ação que tem um resultado efetivo contra o acúmulo do
tártaro é a escovação periódica. Para o procedimento de remoção do
tártaro (Tartarectomia) é necessário submeter o animal à anestesia
geral, pois a extração exige exploração de toda a arcada dentária
– face interna e externa dos dentes – algo incômodo para o animal
acordado. Procedimentos adequados e eficientes não podem ser
feitos sem anestesia.
O procedimento consiste em quebrar por meio
de ultrassom e/ou raspagem do cálculo dentário, evitando as
doenças periodontais já ditas antes. De acordo com a orientação
médica veterinária, é indicada a realização da tartarectomia 1 a 2
vezes por ano, dependendo da idade do seu pet. O cálculo costuma
se desenvolver em animais adultos.
Costuma-se dizer que saúde começa pela boca
e no caso dos nossos animaizinhos não é diferente.

Maiores Informações:
Tel - 3972-0412
contato@pracavet.com.br
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